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“Quem não faz política é governado por aqueles que fazem política”.
Entendo que a humanidade vive um momento de risco. A degradação do meio ambiente, a poluição dos rios e oceanos, a destruição das florestas tropicais e com elas a fauna e a flora, o aquecimento do planeta, o crescimento desordenado da população, a desqualificação profissional, o aumento dos índices de criminalidade, a perda da qualidade de ensino, o abandono social do Estado, vêem tecendo um quadro cada vez mais difícil de se controlar,
colocando em risco a sobrevivência da espécie humana no planeta e dos mecanismos de sustentação da
vida. Em meio a tais situações, já não há mais espaço para os eternos conflitos entre e a direita e a esquerda, entre o marxismo e o
capitalismo. Ambas ideologias já se mostraram absolutamente nocivas à espécie humana, em nada contribuindo para nossa principal vocação: a felicidade.
É preciso recuperar a dignidade do relacionamento entre os humanos e as forças da natureza. Para tanto necessitamos de leis rigorosas que equalizem a ecologia humana e os ecossistemas. Esta é a meta a ser alcançada neste terceiro milênio.
Entendo também que o povo brasileiro, em sua dignidade e abandono, se tornou refém dos eternos programas sociais (bolsa família, leve leite, pró-uni, fome zero, etc) considerados estes os verdadeiros mensalinhos.
Há que se buscar políticas idôneas que criem a emancipação das pessoas e não suas eternas dependências.
Em função destas e de outras situações, é membro do PARTIDO VERDE, o qual traduz uma política de
proteção à sociedade e ao meio ambiente, que em si representam os ideais de Francisco de Assis, Boff, Lutero e Calvino, entre outros.
Só o Partido Verde fala em vida e amor. Os demais partidos políticos pregam conflitos, inimizades e rupturas. Temos que obter maiores espaços de representações na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e nos governos, caso contrário, a humanidade toda padecerá. |
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